Às vezes eu acho um grande equívoco se sentir só, esquecido, desprotegido. Pensando bem, tem muita gente que se importa e que tem a atenção de lhe perguntar como vão as coisas e deseja o bem sempre. É por pessoas assim que o meu desespero passa ligeiro. Tenho muita gente a quem agradecer e espero poder retribuir muito bem esses gestos de amor, amizade, de companheirismo.
Te regalo lo que escribo en pasado y presente. Te propongo que guardemos recuerdos por siempre...(8)
quinta-feira, 29 de maio de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Vim falar de saudade
Não interessa, mas fiquei chateada com a condição que você estabelece para sentir ou não minha falta. Estamos os dois secos um com o outro e nem por isso eu deixo de, antes de dormir, fechar os olhos e reproduzir na minha mente as vezes que te vi e a tua voz.
Olha, não foi isso que eu imaginei que aconteceria. Nossas distâncias ficaram tão maiores sem que pudéssemos dar nenhum passo à frente. Só para trás. E eu, às vezes, engano o orgulho e tento dar uma corridinha para lhe alcançar e você corre no mesmo sentido e me esgota e me faz querer desistir. Tudo é tão simples: você me chama, eu vou. Você vem e eu lhe recebo com maior satisfação, carinho e amor. Mas você não vem e nem me chama.
Você desistiu não foi?
Quando foi que isso virou platônico?
Será que um dia você deixará de fazer falta?
Eu não sou um exemplo em autoestima, mas pensei que você me entenderia e que estaria tudo bem, já que você diz não mudar por ninguém. (Sim, eu imagino tanta coisa que pensei até nisso como desculpa pro seu abandono.)
Fala comigo! Não esquece que não tenho amizades masculinas, que esse lugar é seu e que eu preciso daquilo que você me ofereceu primeiro: amizade.