domingo, 24 de maio de 2015

Incrível pensar que com o tempo as coisas mudam, inclusive você mesmo.
Hoje eu percebi que está tudo igual. Não tenho a mesma idade, mas gostar de alguém é exatamente igual agora também. Quem é inferior? Quem permite que o outro se faça de vítima e que o peso da culpa de existir caia sobre si? Quem é cheia de dúvidas? 
Olhar aqueles e-mails, com toda certeza, não foi saudável, ainda mais na situação em que me encontro. Mas eu vi como sempre fui frágil e despreparada pra essa coisa toda que é o amor. Eu não fui preparada para dar e não receber. Ainda tenho aquela coisa infantil de querer de volta todo o sentimento que eu dou. 
Eu não aprendi a me bastar. Sou fã de quem conseguiu. Foram anos me recuperando de um engano e na primeira oportunidade eu caio de novo. O caso é bem real desta vez e mesmo assim eu me sinto da mesma forma. Burra. Fraca. Submissa. Sem ação. Insegura. Tola.
Eu não sei viver. E não me sinto merecedora de felicidade. That's my fault.

sábado, 9 de maio de 2015

Feliz dia das Mães!

Faz tempo que a gente não sintoniza e eu me sinto abandonada. É como se o mundo tivesse me tomado de você e essa vida adulta vem me engolindo. Sinto falta de falar dengoso com você, de fazer planos tímidos e ouvir de você algo além do que eu, com todo meu medo e pessimisto, arriscaria planejar. Nossa distância em km não é tão grande, mas ela está aumentando no sentido afetivo. E eu não aceito isso.
Sinto saudades suas, de viver com você, de crescer com você.
Te amo, mãe.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Hoje de novo

Foi-se a vaidade e a sede de novidade. Qual a razão se a sorte parece ter ido embora sem avisar? Até ela. Porque é uma sina, carma, sei lá o que essa história de ficar enquanto tudo se vai.
Eu deveria arrumar as malas, planejar sair daqui outra vez, mas a sorte levou com ela a audácia e a coragem.
Longe dos riscos, todo dia é igual.

domingo, 5 de abril de 2015

Não desfaça de mim.

Alonismo agudo

Bom é quando vamos, mas ficamos em quem conhecemos, nos lugares onde estivemos, nas lembranças...
Quando a solidão ataca, a angústia e a nostalgia também invadem e um dos meus refúgios é a busca de registros que me mostrem em algum lugar ou em alguém, porque não é possível que ninguém se lembre de mim, já que eu não esqueço de ninguém.
Na dúvida da veracidade de elogios, é melhor se apegar ao que surgiu de positivo ao longo da vida.
Eu quero companhias, lugares abertos... comunicação!

domingo, 15 de março de 2015

Mais uma vez eu questiono a minha relação com o mundo. Justo quando se pensa estar agindo de uma forma que não atinge ninguém, quando se esquiva dos problemas e resiste aos que, mesmo assim, não deixam de existir, vem o tapa na cara.
Mesmo que ninguém seja perfeito, mesmo que existam piores, é como o pior tipo de pessoa que eu me sinto e não tenho vontade de outra coisa que não seja desaparecer.
Só isso hoje.

sábado, 7 de março de 2015

A melhor pessoa em procurar o próprio sofrimento, em meter o dedo na ferida quando a casquinha já está durinha. Especialista em me interessar, no pior momento, por assuntos que só trazem angústia. Sou quem não apaga as mágoas e que, por me colocar no lugar dos outros, acabo sendo vítima duas vezes.

domingo, 1 de março de 2015

Olha,

Depois que os motivos para desistir do amor desapareceram, o meu coração tem estado tranquilo. O meu pensamento está em você e eu sei que te amo.

sábado, 31 de janeiro de 2015

O meu amor estaria perfeito se não fosse a distância.
Porque o peso que tem no peito, a saudade do amor, quase não permite viver em função de outra coisa que não o fim desse espaço tão grande entre nós
Eu quero planos e improvisos, descobertas e revisão, quero distância provisória apenas.

domingo, 11 de janeiro de 2015

In love

O meu amor estaria perfeito se não fosse a distância.
Porque o peso que tem no peito, a saudade do amor quase não permite viver em função de outra coisa que não o fim desse espaço tão grande entre nós
Eu quero planos e improvisos, descobertas e revisão, quero distância provisória apenas.